quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Nós e as Bruxas
Da parte de tarde, os utilizadores da bibliotecas foram novamente perturbados, com o trafego bruxal!
Uma bruxa descontrolou-se no voo e aterrou em cima da estante das enciclopédias.
Só visto! ... ficou por lá durante todo o intervalo, pois parece que lhe agradava a paisagem superior. Apeteceu-me atirar-lhe com uma abóbora.
Outras bruxinhas desfilaram por lá, até uns monstros e umas mortes, provávelmente atraídas pelas gargalhadas da bruxa. Estiveram a visitar a exposição de monstros e as capas de cds do Halloween.
Será que as bruxas lêem? não me atrevi a perguntar-lhe! 
Porque será que elas têm os lábios negros? problemas de circulação, rica em pó de múmia?
Uhhhhh que medo!
Anabela Quelhas
Publicada por "ESPAÇO CULTURALMENTE" à(s) 19:09 0 comentários
Etiquetas: Dias comemorativos
Nós e as Bruxas
Todas vieram vestidas a rigor. Não quiseram deixar as vassouras no estacionamento em frente à escola; trouxeram -nas para dentro da biblioteca. A D. Céu ia-se passando! Sentaram-se sobre o balcão de atendimento, com ar de estrelas de cinema, junto à teia de aranha gigante, que esta semana, por artes mágicas, nos enredou a todos. Parece que não têm espelhos em casa!
Os utilizadores foram lendo as receitas culinárias feitas de abóbora, e registando os seu medos em folhas que estavam no balcão. Buhhhh!!!!!!!!!!!!! e + Buhhhhhhh!!!!
As bruxas verificaram que tinhamos homenageado um colega delas, o famoso Potter. Harry Potter. E então ficaram a simpatizar conosco.
Houve sustos, morcegos, dráculas, abóboras, velas, aranhas, fantasmas, gatos pretos,...... GULOSEIMAS!
Houve feitiços escritos, que são aqueles que têm melhores resultados!!!!
Mais uma actividade cumprida nesta BE/CRE, e com muita bruxaria!!!!!!!!!!!!!.
Wingardium Leviosa!!!!!!!!!!!!! Saudações bruxais para todos. BUUUUUUUHHHHH!!!!
Até mais tarde, não quero perder o intervalo da tarde.
Anabela Quelhas
Publicada por "ESPAÇO CULTURALMENTE" à(s) 13:54 3 comentários
Etiquetas: Dias comemorativos
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
A minha família põe-me louca

Título: A minha família põe-me louca
Autor:Kathryn Lamb
Tema: Infantis e Juvenis
Colecção: Clube das Amigas
Nº na Colecção: 15
ISBN: 9722325507
Nº de Páginas: 133
5º ano Turma E
nº 5
Andreia Carvalho Alves
Comentário de uma passagem que tenhas gostado:
Eu gostei de uma passagem que se repete ao longo do livro, que é quando os jovens pensam uma resposta dos pais e a resposta deles é completamente diferente.
Recomendas a sua leitura?
Sim. Porque este livro ajuda-te a reagir naquelas situações desastrosas sem entrares em estado de choque, pelas alternativas que te dá
Comentário de uma passagem que tenhas gostado:
Eu gostei de uma passagem que se repete ao longo do livro, que é quando os jovens pensam uma resposta dos pais e a resposta deles é completamente diferente.
Recomendas a sua leitura?
Sim. Porque este livro ajuda-te a reagir naquelas situações desastrosas sem entrares em estado de choque, pelas alternativas que te dá
Publicada por "ESPAÇO CULTURALMENTE" à(s) 08:31 1 comentários
Etiquetas: papa livros/oficina da escrita
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
O que andas a ler?
Títtulo: “O Abissínio”
Autor: Jean-Christophe Rufin.
Edições ASA
Edições ASA
ISBN: 972-41-2132-1
(romance histórico)
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Leitora: Prof. Teresa Caseiro Marques
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«Na origem deste livro encontra-se um facto histórico: Luís XIV, o Rei-Sol, com o intuito de estender o seu poder, mas também por curiosidade intelectual, enviou uma embaixada ao Négus da Etiópia, um dos mais míticos e tenebrosos dos grandes soberanos do Oriente. O Abissínio é o romance dessa aventura fabulosa. Jean- Baptiste Poncet, jovem médico dos pachás do Cairo, será, por uma extraordinária reunião de circunstâncias, o herói dessa epopeia barroca e poética, onde a aventura, a amizade, o amor e a descoberta juntam as suas forças para cativar o leitor e fazê-lo percorrer, também ele, idêntico caminho.
Mas atenção: por detrás da sua simplicidade, da sua ternura, do seu humor, este romance de aventuras encerra uma fábula trágica. Jean-Baptiste é o homem que, tendo descoberto um novo império e a sua civilização, tudo fará para desencorajar as tentativas daqueles que o querem converter. Graças a ele, a Etiópia escapará a qualquer conquista estrangeira e guardará até aos nossos dias a sua força e o seu mistério.
A viagem iniciática de Jean-Baptiste e de Alix, a sua companheira, a história do seu amor, constituem a trama deste périplo casanoviano nas margens do Grande Século, que nos leva a meditar sobre o que o Ocidente poderia ter sido se se tivesse contentado em ir até aos outros sem os querer conquistar.
O Abissínio é um romance bem actual, uma parábola sobre ódios de fanatismo, a força da liberdade e a possibilidade de ser feliz.»
«Na origem deste livro encontra-se um facto histórico: Luís XIV, o Rei-Sol, com o intuito de estender o seu poder, mas também por curiosidade intelectual, enviou uma embaixada ao Négus da Etiópia, um dos mais míticos e tenebrosos dos grandes soberanos do Oriente. O Abissínio é o romance dessa aventura fabulosa. Jean- Baptiste Poncet, jovem médico dos pachás do Cairo, será, por uma extraordinária reunião de circunstâncias, o herói dessa epopeia barroca e poética, onde a aventura, a amizade, o amor e a descoberta juntam as suas forças para cativar o leitor e fazê-lo percorrer, também ele, idêntico caminho.
Mas atenção: por detrás da sua simplicidade, da sua ternura, do seu humor, este romance de aventuras encerra uma fábula trágica. Jean-Baptiste é o homem que, tendo descoberto um novo império e a sua civilização, tudo fará para desencorajar as tentativas daqueles que o querem converter. Graças a ele, a Etiópia escapará a qualquer conquista estrangeira e guardará até aos nossos dias a sua força e o seu mistério.
A viagem iniciática de Jean-Baptiste e de Alix, a sua companheira, a história do seu amor, constituem a trama deste périplo casanoviano nas margens do Grande Século, que nos leva a meditar sobre o que o Ocidente poderia ter sido se se tivesse contentado em ir até aos outros sem os querer conquistar.
O Abissínio é um romance bem actual, uma parábola sobre ódios de fanatismo, a força da liberdade e a possibilidade de ser feliz.»
Publicada por "ESPAÇO CULTURALMENTE" à(s) 17:15 0 comentários
Etiquetas: O que andas a ler?
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
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